Tumpik
lennoxhood · 4 days ago
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maxxhatter​
“Oi Len!” Sorriu para a garota quando se aproximou “Estou procurando por o meu kit de costura, ele foi levado pelos fantasmas. Agora estou á procura dele porque estou realmente a precisar.” Respondeu-lhe, fechando o armário porque não estava lá o procurava “Por acaso não encontrou nada parecido com isto pois não?” Mostrou uma fotografia que tinha no seu celular que era do kit fechado.
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Se ganhasse um excal para cada queixa que escutava envolvendo o mal comportamento das assombrações que residiam no castelo, jamais teria que trabalhar novamente em toda a sua vida, por isso soltou um riso baixo após o esclarecimento recebido. “Esses fantasmas andaram fazendo diversas vítimas, né? Foi um alívio descobrir que passei ilesa desses ataques por ter passado um tempo na casa dos meus pais.” Respirava mais tranquila, pois, além do medo de perder algo de valor, também não teria muita paciência para iniciar uma caça ao tesouro. Analisou as fotos mostradas pela mais nova, não se recordando de ter visto o objeto desaparecido antes. “Hm, não… Acho que teria notado um kit de costura por aqui.” Respondeu, eliminando a possibilidade de encontrar-se na sala de treinamento. “Não tem nenhuma ideia ou dica de onde pode estar? Sei lá… Eu ia te perguntar onde foi a última vez que o viu, mas acho que os fantasmas não usam essa lógica, né?”
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lennoxhood · 4 days ago
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ewanmcdunbroch​
– Uhhh… – Normalmente, a resposta automática de Ewan era dizer “claro que sim, eu sou o Ewan, eu estou sempre bem”. Mas depois da cena que tinha acabado de se desenrolar logo ali, em público, ele meio que perdera o direito a essa desculpa. – Desculpe, qual foi a pergunta? – Ele tentou desconversar, embora não houvesse muito para onde fugir do assunto. – Minha mãe só está irritadinha porque ela não entrou para o Conselho. O que é ridículo, porque ela nunca nem quis entrar no Conselho. Dá para imaginar Merida Dunbroch no Conselho? Era só a gente piscar e ia ter o dia do “traga o arco-e-flecha para o trabalho.” – Ele balançou a cabeça. Sabia que os problemas iam além disso, mas não tinha certeza que estava pronto para dividir todos os detalhes ainda. – E aí ela juntou isso com outras frustrações… E agora estou contemplando jogar o meu IWish no lago para escapar dela. 
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Sua reação automática foi exprimir um riso curto com a falha tentativa alheia de desviar de seu questionamento, sendo esse mais um sinal de que as coisas não deviam estar muito bem para o rapaz. Escutou a explicação com atenção, arqueando levemente as sobrancelhas enquanto sorria ao imaginar Merida como uma conselheira. “Eu sei que sua pergunta foi retórica, mas eu adoraria ver uma mulher como a sua mãe no Conselho. Ter uma figura feminina tão empoderada quanto ela ocupando uma daquelas cadeiras seria inspirador. E, bem, nem preciso dizer que amaria um dia dedicado ao arco-e-flecha.” Era natural que precisasse fazer uma brincadeira com o histórico de sua família envolvendo a prática. “Se formos analisar algumas outras opções, essas não soam nem um pouco ruins.” Evitava falar ou ser específica demais, pois ainda tentava manter a imagem de alguém que respeitava o seleto grupo que comandava o reino, ainda que secretamente os criticasse e até mesmo saqueasse suas casas. “Não é nada fácil sermos os psicólogos de nossos pais, né? Mas, sei lá, acho que devemos a eles um pouco de paciência, mesmo que não seja fácil.” Era o mínimo que podiam oferecer como agradecimento por todos os sacrifícios feitos durante a vida para criá-los. Estendeu a mão na direção do recipiente que ainda mantinha guardado o berro de Dunbroch, empurrando-o na direção dele. “Por isso, pode gritar nesse copo o quanto precisar. Extravasa...”
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lennoxhood · 4 days ago
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chuysean​
— Congelado não, tenho uma ideia. O chão é gelado e duro, como uma superfície congelada… — Comentou com um risinho, não era como se aquilo lhe incomodasse, não mais, porque raramente dormiu realmente no chão. Só falava aquelas coisas para tentar causar um peso na consciência daqueles que viviam em outro mundo, com camas macias e todo o “luxo”; o que podia ser hipócrita de sua parte, porque, atualmente, estava dormindo em uma cama tão macia que achava estar nas nuvens. — É o Tremaine, a gente se dá bem, ser do mesmo time ajuda bastante. Mas não é a mesma coisa que era com o antigo… — Soul sentia falta do antigo colega, porque podia ser o mais folgado do mundo, coisa que agora era evitada. — Mas faz parte!
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O choque de realidade foi brutal com Lennox, que mais uma vez se sentia culpada por suas queixas, que pareciam sem fundamentos quando comparava sua vivência com as dos castigados. Depois de tantas visitas à cidade de baixo, era de se esperar que tivesse aprendido a não reclamar da própria vida. Engasgou nas próprias palavras, sentindo-se sem reação diante do que descobria sobre o rapaz. “Você já dormiu no chão?” Não demonstrava pesar em excesso, pois tinha ciência que ninguém apreciava se tornar motivo de pena. Esperava apenas que seu questionamento não fosse invasivo demais. “É… Isso não deve ser nada agradável.” Comentou antes mesmo de receber uma resposta, meneando negativamente a cabeça. Pensou sobre o assunto apenas por mais alguns instantes, então focando no breve desabafo alheio. “Quem era o antigo?” Perguntou, espontaneamente, só então se dando conta de que podia estar agindo de maneira inconveniente “Desculpa esse questionário, às vezes minha curiosidade me domina.”
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lennoxhood · 7 days ago
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PRISCILLA QUINTANA as Jacqueline ‘Jax’ Zhou; └ Pandora - S02E05 (2019 - )
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lennoxhood · 11 days ago
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chuysean​
— Realmente, parecia ser bem complicado… Mas devia ter o lado bom, né? No calor, você tinha um ar condicionado natural. — E que ele desejaria, porque o calor que fazia em Arthurian não era nada bom, ficava sem vontade de fazer nada por conta disso. — Inveja. Nós temos que dividir o dormitório, mas é melhor assim, porque não sei se ia conseguir ficar sozinho naquele lugar… Dá a impressão que é preciso ter uma pessoa pra dividir, torna divertido. — Deu de ombros juntamente de um risinho, porque mesmo querendo muito um quarto solo, com aquela decoração ia ser bem solitário, se lembrava bem da série, amigos dividiam ali. — Acostumei a ter um colega de quarto, aparentemente. 
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“Acho que nunca enfrentei uma onda de calor tão forte ao ponto de amenizar o incômodo que todo aquele gelo causava. Sério, você já tentou dormir em um colchão congelado? Foi uma das experiências mais desconfortáveis que eu já tive que enfrentar na vida.” Era injusto que se queixasse de um problema tão superficial e irrelevante, por isso comprimiu os lábios assim que se deu conta disso, disfarçando com um sorriso discreto para o rapaz. Entendia o ponto abordado por ele. Costumava gostar de ter um companheiro para compartilhar seu dormitório, entretanto, recentemente vinha optando pela solidão. “E quem é seu colega de quarto? Se dá bem com a pessoa?”
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lennoxhood · 11 days ago
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hesterheart​
ah, bem… obrigada! — a garota colocou uma mecha de cabelo atrás da orelha, corando um pouco. não estava acostumada a receber elogios logo cedo pela manhã. — muito, muitíssimo! não é todo dia que vimos incendios, desabrigados e criminosos na mesma capa de jornal. — sorriu empolgada. — claro, deve ser um saco perder o restaurante do pai dela. mas pense pelo lado positivo, foi pro fogo e não para cobradores do banco ou empresários. é sempre importante ver as coisas do lado positivo, é o que max sempre diz. — pontuou, lembrando das dicas que recebera da amiga em um “como se comportar em público 101″. — e você? qual é a sua forma favorita de devastação?
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A reação da outra sequer fazia sentido, por isso Lennox reagiu com o simples arquear de uma das sobrancelhas, demonstrando estar pouco interessada ou impressionada com a atitude alheia. “Você escuta as coisas que saem da sua boca?” Apenas torcia para que Tiana e seus familiares nunca precisassem lidar com tamanha insensibilidade. Felizmente, ninguém havia se ferido no incidente, mas isso não eliminava a dor de ter parte da história de Storydom sendo apagada pelas chamas. “A devastação oferecida pelo carma para aqueles que se divertem com o sofrimento alheio.” Suas palavras eram ácidas, acompanhadas pelo olhar intenso de desdém. Aquela se tratava de uma rispidez incomum para Hood, que sempre se mantinha na linha para ser vista como uma garota exemplar. Contudo, ela parecia estar acompanhando as mudanças que ocorriam no ambiente no qual estava inserida.
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lennoxhood · 11 days ago
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tumaywolfs​
🐺              ¸ ᐟ                                                   A frieza das palavras de Lennox combinou perfeitamente com o afastar inesperado ao desvencilhar do toque de Tümay. Ele permaneceu estático e entregue a dubiedade do comportamento de outrem. Talvez não tivesse sido tão claro em suas próprias colocações e utilizado expressões que não a agradaram tanto, embora, já tivesse recuado e justificado o seu ponto de vista sobre a participação da mesma nos problemas em que se meteu nos últimos dias. Antes que pudesse persistir em mais uma justificativa, ela tornou a se pronunciar e à proporção em que Hood se embrenhava naquele assunto, o semblante de Wolf se tornava cada vez mais sisudo e fazendo-o se ajeitar lentamente sobre o colchão de maneira que o dorso permanecesse ereto e pudesse olhá-la diretamente. — Parece que está reclamando, sim. — posicionou-se com uma notória amargura na voz. — Eu não lembro de ter implorado para que você cuidasse de mim em nenhuma vez. — continuou. Tümay era orgulhoso demais para implorar alguma coisa para alguém. Ainda tentava compreender os verdadeiros motivos que a levaram queixar-se daquela maneira, se era porque não gostaria que ela se envolvesse em seus problemas com o Conselho, se ele estava dando muito trabalho com a quantidade de vezes que surgiu ferido ou porque eles não haviam passado tanto tempo se beijando quanto gostariam. — Olha, se o problema é que nos beijamos pouco, isso é muito fácil de resolver. A gente pode começar agora! — atreveu-se a sugerir aquela solução, arriscando-se em ser mal interpretado e errado pateticamente a origem da revolta alheia. Logo, Tümay se levantou para arrastar os pés até onde ela se encontrava. A destra pousou gentilmente no centro das costas alheia, deixando um afago discreto na região. A intenção de Tümay nunca foi magoá-la como Lennox afirmava se sentir. Os olhos procuraram o teto sobre a cabeça à medida que escutava mais e mais das reclamações e os posicionamentos determinados de Lennox, e respirou bem fundo, caçando o pouco da tranquilidade que lhe restava. — Eu não quero te magoar, Lennox. Eu não acho que você sirva só para ser uma mera enfermeira para mim. Meras enfermeiras nunca arrombariam armários como você fez no vestiário. — o tom de sua voz era mais amena ao recordar do episódio em que eles vivenciaram; logo tendo suas memórias inevitavelmente invadidas com cenas quentas vividas ao lado de Lennox. — Meras enfermeiras não dariam o mesmo trato que você me deu embaixo daquele chuveiro. — o ombro tocou o dela propositalmente para chamar a atenção de outrem ao fitá-la de canto de olhos de maneira sugestiva e balançar levemente a cabeça para se livrar daqueles pensamentos impuros. — Falando sério. Eu não estou menosprezando absolutamente nada de você. Eu só queria evitar que você se metesse em problemas por minha causa porque eu me preocupo com você e com o que pode acontecer com você, mas, bem, eu também não posso te impedir de fazer nada a respeito. Você já é bem grandinha, pode decidir o que quer fazer e, independentemente, eu vou estar contigo. — aquela era a maneira dele deixá-la livre para escolher as próprias batalhas, ainda que soubesse o que pensava sobre aquilo. Dificilmente Tümay recuava de suas opiniões, ainda mais quando essas envolviam a segurança de pessoas que tanto adorava e que despertavam milhares de sentimentos como Lennox Hood vinha despertando nele. — Não precisa pedir desculpa. Estamos bem, certo? — o braço direito a envolveu em um abraço, trazendo-a contra o seu corpo e segurando-a ali por algum tempo de modo que sua mão pudesse movimentar-se lentamente para acariciá-la gentilmente. — Ah! E, sobre os beijos, eu falei sério… A gente realmente pode começar agora.
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O alívio de não ter obtido uma reação colérica por parte do rapaz depois de ter expressado seus sentimentos, não atenuavam a frustração ainda existente ao perceber que o que dissera parecia não ter sido perfeitamente interpretado por ele ou levado a sério como gostaria. Sua paciência se esgotava aos poucos, assim como o ânimo para prolongar aquela discussão. Sendo assim, apenas deixou que um suspiro desanimado se desprendesse de seus lábios, permanecendo em silêncio enquanto o escutava atentamente. A exaustão e o medo a corroíam, obrigando-a a buscar alento nos pequenos e graciosos gestos demonstrados por Tümay, apesar do olhar agora recair sobre os próprios pés. Sentia-se completamente fora de órbita, então era melhor que nada mais dissesse. A fala acompanhada pelo toque sobre seus ombros foi recebida com o menear de negação com a cabeça. Esperava ser algo além de uma boa amiga com quem Wolf dormia, mas aquele não parecia ser o caso. Relutante e com o olhar exalando mágoa, voltou-se para ele, atendendo ao silencioso pedido. Finalmente pôde concordar com algo que saía de sua boca, então assentindo. Era mesmo grandinha e independente para fazer o que bem quisesse, e independente da confusão que sua vida se tornava, as rédeas da mesma ainda permaneciam sem suas mãos. "Sim, estamos bem." A apatia presente na voz denotava a falta de crença no que afirmava, mas ainda assim colocou um sorriso singelo nos lábios, logo deixando-se envolver pelos braços alheios em um forte e significativo abraço. Absorveu o momento enquanto pôde, prolongando o momento por alguns instantes a mais, fazendo ressurgir o nó na garganta. Pigarreou, afastando-se com um riso fraco. "Eu adoraria ficar te beijando, mas acho que deveria descansar agora." Não tinha ânimo para mais nada naquele dia, então permitiria que o rapaz pudesse usufruir de seu tão merecido e precioso momento de repouso. Aproveitaria o tempo para tentar colocar a própria cabeça no lugar, imaginando que ele também fosse fazer o mesmo e tentar encontrar soluções para seus problemas.
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lennoxhood · 11 days ago
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ewanmcdunbroch​
starter fechado com @lennoxhood​
– Não, mãe. Eu não me sinto melhor de repente. Sim, mãe, ainda vou ficar de fora da temporada de Magibol… Bem, me desculpe se isso prejudica a sua carreira política, mas essa coisa prejudica o meu fígado, então… – Ewan esfregou o rosto, exausto. Vinham tendo essas conversas a semana inteira, especialmente depois do anúncio que ela estaria sendo cotada para o Conselho. Ele nem sabia que isso era uma coisa que ela gostaria de fazer. Sinceramente, parecia algo além da capacidade de foco de Merida Dunbroch. – Não, não, tudo bem. Não precisa se desculpar… Não, mãe, eu não acho que o fato de não terem te chamado tem a ver comigo. – Ele revirou os olhos. Sentia-se falando com uma criança. Até Merida reencontrar de novo o seu equilíbrio, ela precisaria de muito incentivo. E ela não agradeceria nada quando estivesse de volta ao seu normal. Ele riu baixo. – É, talvez eu aproveite mesmo para melhorar minhas habilidades no arco. – Bem improvável, ele pensou. – Pensando bem, vou fazer isso agora mesmo. Sim, é sério. Obrigado pela sugestão. Obrigado, mãe. Também te amo. Tchau, tchau. 
Ele desligou o IWish, pegou o copo vazio de café que tinha deixado na mesa ao seu lado, abriu, gritou para dentro dele e fechou a tampa, devolvendo o copo sobre a mesa. Depois, fez contato visual com Lennox e apontou para o copo. 
– Não abre isso aí não, viu? 
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Lennox se esforçava para não prestar atenção na conversa que ocorria ao seu lado, mas enfrentava dificuldade em controlar a própria ansiedade e evitar bisbilhotar a ligação alheia, mesmo que pouco conseguisse compreender sobre o que era discutido durante a mesma. Era difícil entender um diálogo quando se ouvia apenas uma parcela dele. Não fazia a menor ideia de como a participação do rapaz poderia interferir negativamente na carreira política da própria mãe, mas também não o questionaria a respeito do assunto. No momento em que escutou as despedidas impostas pelo outro, arrumou a postura e voltou o olhar para o aparelho no qual fingia continuar a leitura de seu livro, investindo na narrativa de que não havia se distraído com a conversa entre os Dunbrochs. Não conseguiu manter a postura quando o mais novo decidiu gritar dentro de um copo vazio, virando-se para ele com o olhar consternado. Abrir o recipiente era a última coisa que passava por sua cabeça naquele momento. “Você… Você está bem?” Qual era a forma correta de reagir à curiosa cena que acabara de presenciar?
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lennoxhood · 21 days ago
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maxxhatter​
onde: sala de treinamento
Ainda não tinha encontrado seu kit de costura. Estava cada dia que passava mais ansiosa, não queria refazer aquele kit que demorava imenso a construir, a procurar e literalmente criar por ser mágico. Mas sua cabeça também nem estava aí para entender as charadas e o incendio no restaurante de tiana, parecia que Arthurian estava entrar em guerra consigo mesmo “Porque pensei que estaria aqui?” Questionou, ela realmente não estava com a cabeça no sitio.
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Mais uma vez, Lennox havia encontrado no treinamento físico um escape para todos os seus tormentos, que se tornavam maiores a cada dia. O futuro de Storydom era incerto e assustador, algo que já não podia mais ser ignorado por seus moradores que não obtinham nenhuma resposta para suas questões. Quanto mais pensava sobre o assunto, mais intensos eram os golpes deferidos contra o saco de boxe. Notou a presença de Maxine, assim como sua busca por algo, aproveitando o momento para fazer uma breve pausa, usando as costas da mão para limpar o suor que escorria sobre sua testa. "Quer ajuda, Max? O que está procurando?" 
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lennoxhood · 21 days ago
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hesterheart​
Era manhã do dia seguinte ao evento traumático dos d’orleans. No salão principal onde a heart tomava café da manhã não se falava de outra coisa mas a garota estava atenta mesmo era a manchete da bibidi news com as labaredas do fogo dominando o restaurante de Tiana na capa. Após ler toda a matéria, impressa, já que a garota não tinha um magitech, um sorriso largo escapou de seus labios. —- esta vendo?? —- ela jogou a revista para as pessoas de sua mesa com orgulho. —- não dá pra comprar esse tipo de publicidade negativa!! —- ela deu duas batidas na capa da revista com o dedo médio. — Nada como um bom incêndio para começar o dia, não acha?
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Todos em Storydom pareciam estar acompanhar as notícias mais recentes, que assolavam a população já abalada com a morte de Wendy Darling. Muitas eram as informações a serem digeridas, mas poucos eram os esclarecimentos que recebiam, o que tornava a situação ainda mais perturbadora. Desviou o olhar da tela de seu iWish ao notar a ação da mais nova através de sua visão periférica, arqueando uma das sobrancelhas enquanto a escutava. Ainda não estava claro quem eram os responsáveis pelo ataque, mas isso não era justificativa para encarar um incêndio criminoso como entretenimento. "Claro... Se você for uma pessoa sádica." Retrucou com sarcasmo. "Está gostando de acompanhar o sofrimento de Tiana e sua família?"
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lennoxhood · 23 days ago
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chuysean​
Sabia que o dormitório bonitinho e inspirado na série non-maj - que ele nunca terminou - ia ter algo de ruim, porque o Soul era daqueles que desconfiava quando o prêmio era muito alto. Não confiava nas pessoas do conselho para “direitos” dos castigados e só teve certeza quando viu sua gatinha muito agitada, mas era de se esperar porque em sua pesquisas, descobriu que a cidade tema do quarto era conhecida pela presença de roedores; então a agitação de Aimee tinha motivo. — Vou te contar, muse. — Começou com um suspiro, como se fosse uma frase impactante, mas era a pura besteira e o que ele fazia de melhor, ou seja, reclamar. — Acho que o Remy vai ficar sem alguns familiares, porque se a família dele tá visitando o dormitório New York… — Balançou a cabeça, como se sentisse muito. — Minha gata tá fazendo a festa com eles. Mas e aí, seu quarto tem alguma coisa interessante?
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Diversas eram as ressalvas que tinha a respeito da nova divisão de dormitórios implementada na Academia, principalmente por contribuir para a tensão crescente entre arthurianos e castigados. Apesar de insatisfeita com a situação, de nada parecia adiantar apontar as problemáticas para qualquer pessoa, por isso mantinha sua boca fechada, o que não a impedia de cogitar agir em relação àquilo. Riu com pouco entusiasmo do comentário feito pelo rapaz, ainda que admirasse sua capacidade de manter o bom-humor durante as crises. "Pelo menos alguém está se divertindo com tudo isso." Contribuiu para uma visão menos negativa, dando levemente de ombros. Era um absurdo que os castigados tivessem que lidar com roedores dentro de seus quartos, mas essa era uma queixa que manteria para si. "Hm, a cama é extremamente confortável, o que dificulta muito a minha vida ao ter que levantar de manhã." Foi vaga em sua resposta, oferecendo um sorriso ao outro. "Ainda tô me acostumando com a mudança, mas com certeza é bem melhor do que o frigorífico que eu chamava de dormitório antes." Sem dúvidas, não sentia falta de seus antigos móveis moldados em gelo. "E confesso que é legal não ter que dividi-lo com ninguém."
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lennoxhood · 28 days ago
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tumaywolfs​
🐺              ¸ ᐟ                                                   Não queria Lennox vinculada a confusão em que se meteu e isto nada estava ligado ao seu habitual orgulho ou, então, a cisma sobre como os Defensores pareciam conhecer sobre sua licantropia, perturbando a sua mente desde que fora liberado do isolamento. Tümay confiava nela, sim. Confiava tanto que sequer havia posto em  xeque a inocência da mesma. Contudo, a ideia de tê-la ao seu lado, compartilhando da mesma atribulação e enfrentando as adversidades que certamente viriam, não lhe agradava nenhum pouco. Por isso, quando Hood determinou que descobriria sozinha o que Tümay não queria que ela soubesse com a intenção de que não se envolvesse e, logo, continuasse segura no conto de fadas que as pessoas daquele reino inventaram. Ele nunca estivera tão inquieto sobre o resguardo de alguém como se sentia em relação a Lennox. Lamentavelmente, parecia que todos aqueles que benqueria terminavam atrás de uma grade ou castigados e esses pensamentos tornavam-no mais duro e fechado sobre aqueles que o rodeavam. — Eu não quero que me ajude. — decretou para que não houvesse ambiguidade sobre os planos que tinha para um futuro próximo. Ainda que a voz se mantivesse firme, a intensidade da mesma era rúptil. Não queria soar grosseiro, nem nada do tipo. Apenas queria que ela compreendesse, de uma vez por todas, que Wolf preferia preservá-la de maneira que nenhum mal pudesse afetá-la. Os olhos fixaram-se em um ponto qualquer do edredom que cobria a cama durante o tempo em que Hood estava longe. A pergunta sobre o seu pai fez com que o estômago se contorcesse dentro de si, provocando uma espécie de agonia. Tümay ainda era atormentado por uma sequência de cenas desde o dia da homenagem ao Salvador até quando foram carregados até o isolamento, recepcionados de maneira bem hedionda por aqueles que intitulam como Defensores. 
Sempre que alguém comentava ou perguntava algo sobre o seu pai, ele parecia mergulhar em um transe onde buscava incessantemente por respostas e soluções. Apenas conseguindo respondê-la com um leve balançar de cabeça, negando a existência de algum plano concreto para resgatá-lo do isolamento. Somente as bandagens contra a pele conseguiram trazer-lhe de volta e, finalmente, passando a fitá-la na pouca distância que se encontravam. Ela continuava a insistir na ideia de ajudá-lo. — Entenda que eu não quero a sua ajuda, Lennox. Não quero que tente descobrir nada para mim. Eu não preciso de você. Não é difícil de entender isso. — o cuidado com o tom de sua voz caiu por terra quando Tümay se viu na obrigação de impedi-la a prosseguir com aqueles planos. O medo de perdê-la era tanto que preferiu soar como um grosseirão ao invés de permitir que Hood se encaixasse em seus planos de vingança. Mas, bastaram alguns segundos, para que ele se sentisse remorso por tratá-la daquela maneira; logo alguém que depositava tanto cuidado e carinho em cada toque sobre seus ferimentos e que parecia se importar de verdade com tudo o que acontecia. Conseguiu observar sinais de consternação e até os olhos marejados de outrem, fazendo com que desejasse nunca ter aberto a boca. As mãos, então, pousaram sobre as delas, cobrindo-as de maneira suave, contrastando com a estupidez passada. — Eu só quero que não se arrisque por mim. — reiterou-se acompanhado de um suspiro longo e compungido. Os olhos fecharam-se ao receber o beijo sobre a testa e demorou para tornar a abri-los novamente; Tümay perdeu-se na sensação de aconchego que ela estranhamente lhe proporcionava quando estava por perto. — Sei me cuidar. Já basta a minha família correndo o risco de coisas que nem ouso falar em voz alta… Eu não quero correr o risco de perder você também.
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A névoa sombria que carregava em seu peito, desde o momento em que sua pele havia entrado em contato com a joia descoberta durante um de seus furtos, tornou-se agitada de repente. A resistência que encontrava no rapaz deixava a já oscilante Lennox ainda mais estremecida, até mesmo irritada com a postura alheia. Em qualquer outro momento de sua vida, ela acharia uma forma de contornar ou anular os próprios sentimentos em benefício daqueles ao seu redor, mas não tinha mais o mesmo controle sobre as próprias ações. E escutá-lo dizer, de forma grosseira, que seu envolvimento era dispensável, mostrou-se ser a gota d’água. Eu não preciso de você. As palavras ecoavam repetidas vezes por sua mente enevoada. Transparente como sempre foi, a mudança na expressão em seu rosto foi imediata, subitamente tornando-se taciturna. Nem mesmo a tentativa de Wolf de se remendar parecia estar dando certo, apenas impedindo-a de atender o próprio ímpeto de imediatamente recolher as mãos que agora eram abraçadas pelas dele em um ato de comiseração. “Certo…” Reagiu com frieza às justificativas dadas por ele, visivelmente insatisfeita demais para continuar a retribuir a possível gentileza presente em suas palavras. Evitando continuar a encará-lo, finalmente se desvencilhou do toque, voltando a se afastar, agora usando como pretexto a organização da pequena maleta de primeiros socorros sobre a mesa. As mãos trabalhavam na tarefa, mas os lábios permaneciam cerrados, deixando que o silêncio se fizesse presente durante alguns instantes. Na região em seu anelar, onde ocasionalmente posicionava o anel que continuava a esconder consigo e que vestia quando precisava de um momento de clareza e companhia, desprendeu um formigamento que era deliberadamente ignorado. “Nós nos conhecemos há quanto tempo, Tümay? Há alguns meses certo?” Foi o que escolheu dizer após um suspiro pesado e longo, ainda sem voltar os olhos na direção do outro. Dentro dela, uma batalha era travada silenciosamente, um conflito entre o que achava certo, suas inseguranças, seus desejos e a desconhecida força que a fazia questionar toda a sua existência. Ainda que não estivesse ciente deste fato, começava a perder o duelo e a ser consumida aos poucos. Assim como o rapaz, também lidava com as próprias questões, mas no seu caso encontrava-se completamente sozinha e no obscurantismo. “Um período considerado curto para a quantidade de vezes que tive que te ver assim, ferido fisicamente e abalado emocionalmente. Acho que passei mais tempo tentando tratar suas feridas do que te beijando.” Prosseguiu sem esperar por uma resposta, trincando o maxilar quando chegou a essa triste constatação. No fundo de seus olhos existia o melancólico brilho que manifestava a tempestade interna que ocorria, mas a voz era carregada de formalidade e apatia. Havia se cansado de ser fraca, de deixar-se ser manipulada pelo desejo de agradar as pessoas e não a si mesma, por isso seu lado mais frágil deveria ser silenciado. “Não que eu esteja reclamando de cuidar de você, longe disso… Pra mim é sempre um grande prazer estar ao lado das pessoas que eu gosto, principalmente nos momentos mais difíceis. Mas beira o ofensivo ser tratada apenas como uma mera enfermeira, que é afastada quando convém, por alguém que eu gostaria de considerar como um…” Pausou em meio ao título que usaria para descrevê-lo, incerta de qual seria o correto a ser usado. Engoliu seco, então virando o rosto na direção do rapaz. “Amigo próximo.” Era a escolha segura e, por isso, mais um motivo de frustração. “Pode não acreditar em mim, mas isso me magoa, profundamente.” Confessou com um tom menos frio, pois tratava-se da mais pura verdade. O que diria em seguida mostrava-se ainda mais difícil de ser enunciado, pois tratava-se de Lennox impondo os próprios limites sobre alguém a quem apenas queria bem, preferivelmente ao seu lado. A intuição lhe apontava para o desfecho óbvio, para o afastamento daquele que havia conquistado seus mais genuínos e intensos sentimentos de carinho, admiração e desejo, mas não conseguia conter a si mesma. Dilacerava-se por dentro, certa de que cometeria um grave erro ao decidir prosseguir. “Sendo assim, você tem todo o direito de dispensar minha ajuda e menosprezar minha capacidade de te oferecer algo, mas me recuso a ficar assistindo passivamente tudo o que tem acontecido com você sem me envolver de verdade, sem oferecer uma ajuda mais expressiva do que colar alguns band-aids sobre seus ferimentos.” Precisou respirar fundo. A voz ainda soava austera, mas o pesar finalmente surgiu nas írises azuladas, que silenciosamente se desculpavam pela própria insensibilidade. Ao menos era assim que julgava a própria atitude. “Se quer mesmo lidar com isso tudo sozinho, terá que lidar com isso sozinho. Porque eu não quero mais ser uma espectadora do seu sofrimento.” Concluiu, comprimiu os lábios, como se desejasse que o gesto pudesse retirar todo o seu discurso. O resquício de culpa permanecia vivo dentro de si, recriminando-a por agir daquela forma durante um momento tão turbulento e delicado para o rapaz, no qual necessitava de amparo.  “Eu sinto muito.” A voz trepidou, transparecendo apenas um breve deslumbre de quem Lennox havia sido. Ela esfregou o rosto com os dedos finos, encarando os próprios pés. "Mas eu não quero que você lide com isso sozinho."
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lennoxhood · a month ago
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tumaywolfs​
As últimas vinte e quatro horas foram intensas e bem complicadas para Wolf. Quase nem acreditou quando sentiu o macio de seu colchão sob o corpo, oferecendo todo conforto que nem sonhou em ter por trás das grades da cela em que lhe prenderam e surraram o seu corpo por um dia inteiro. Teve sorte por não ter nenhum dos membros quebrados, pois a selvageria sofrida era totalmente descabível para um inocente que nada fez além de tentar defender o pai. Sim, Tümay tinha consciência que era uma situação delicada e que houve uma morte no meio disso tudo, mas, como explicar e convencer a todos que seu pai era inocente para tirá-lo daquele lugar horrível? Essa vinha sendo sua maior preocupação. Com os pensamentos longes demais, a consciência só pareceu retornar quando o algodão cobriu uma de suas feridas, provocando um ardor na região, fazendo-o resmungar algumas palavras inaudíveis e recuar ligeiramente o rosto, porém, sem se afastar por completo ou fugir das cuidadosas mãos de Lennox. Então, a pergunta arrancou dele um bufar cheio de sarcasmo; ela nem se prestou em disfarçar as intenções por trás daquela curiosidade e nem em mil anos confessaria algo que a faria agir de uma maneira que certamente se arrependia depois. E também queria preservá-la como estava: viva e longe de problemas até onde sabia. — Claro que sei. — Respondeu simplesmente sem dar a resposta completa que Hood gostaria. — É melhor você esquecer qualquer coisa que esteja passando na sua mente, Lennox. — Negou lentamente com a cabeça. Era apenas uma recomendação de alguém que se importava com ela. O seu olhar encontrou o par de olhos tão compenetrados no que faziam a sua frente, apreciando silenciosamente todo cuidado que Hood tinha com ele. Ainda não estava acostumado com aquele tipo de zelo e sempre quando experimentava um pouco dele, Tümay sentia-se tão vulnerável e, ao mesmo tempo, tão seguro; tal sensação que precisava urgentemente afastar de si já que seus planos não envolviam ter nenhum tipo de laços fortes e profundos com ninguém justamente para que a merda não espirrasse em mais ninguém quando começasse colocar suas ideias de resgate em prática em um futuro próximo. — E eu não queria mesmo. — Admitiu com um suspiro pesado, desviando os olhos dos dela. — Na verdade, eu vou aproveitar as aulas suspensas e voltar para o Castigo. — Contou, evitando olhá-la. — E, por mim, não voltaria mais para cá. Não tem como eu ficar por aqui. Eu lembro muito bem das pessoas que aplaudiram os Defensores como se fossem heróis. — Os dedos tocaram a testa em uma dolorosa massagem ao recordar-se da cena. — E eu nunca achei que meu lugar fosse aqui mesmo. Eu só vim por causa de uma vingança que parece não ter sentido nenhum agora. Pelo menos, não enquanto meu pai está preso injustamente naquela merda de lugar.
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Tombou a cabeça ligeiramente para o lado e o encarou em silêncio durante alguns instantes, parecendo frustrada com a resposta que recebera. Não havia a menor possibilidade de Tümay saber exatamente o que se passava por sua cabeça, pois sequer tinha um plano desenhado e perfeitamente orquestrado para o que faria a seguir, já que sua prioridade morava em se certificar de que ele estava bem e o mais distante possível de um novo perigo. Deixou de lado a própria decepção, atendo-se ao fato de que agiria da mesma forma, caso fosse o rapaz a lhe fazer aquele pedido pessimamente mascarado como curiosidade. “Se não quer me dizer, eu descubro sozinha.” Não falava com grosseria, mas sim determinação, voltando sua atenção para a assepsia das feridas espalhadas pelo rosto alheio, evitando insistir no assunto. Obviamente não faria nenhuma besteira, ao menos nenhuma besteira grande demais, pois sabia que qualquer erro poderia recair sobre Tümay e até mesmo sua própria família, por esse motivo era necessário ter o máximo de cautela. Apesar disso, não ficaria nem um pouco satisfeita em apenas acatar a atitude dos Defensores como se fosse correta e aceitável, recusando-se a manter-se inerte diante de tamanhas injustiças. Talvez fosse mais parecida com seu pai do que imaginava. Podia sentir o olhar de Wolf sobre si, o que despertava em seu cerne um curioso nervosismo, que era completamente ignorado naquele momento, pois sabia muito bem como organizar suas prioridades. Aos poucos os ferimentos mais expostos eram limpos, enquanto sua atenção voltava ao que o rapaz confessava. Um familiar peso surgiu no peito após a confirmação de suas suspeitas, do inevitável tempo que precisaria passar longe do rapaz. Mais uma vez seu apego egoísta se fazia presente, fazendo-a acreditar, por um breve instante, estar no direito de pedi-lo para ficar. Era uma ideia absurda e tinha plena consciência disso. Tümay tinha o direito de evitar colocar os pés em um território onde era acusado de ser um inimigo, uma ameaça, sem que houvesse uma prova sequer que apoiasse essa incriminação. O fato de ainda não ter colocado fogo em todo aquele reino era uma comprovação de seu caráter. Compartilhava de sua revolta e também sabia o quão arriscado era continuar ali em um momento tão turbulento, então não tentaria influenciar suas decisões. Que permanecesse ao lado de quem o compreendia e apoiava. “Pensaria da mesma forma e faria o mesmo no seu lugar.” A voz soava desanimada e embargada devido ao nó formado em sua garganta, que a obrigava a apertar o pedaço de algodão entre os dedos, o único escape cabível para seus sentimentos. Procurou pelo olhar de outrem, mas não o encontrou, aumentando ainda mais seu desalento. Seria esse o início do surgimento de um abismo entre eles? O abismo oriundo das diferenças que sempre estiveram lá e nunca no controle de nenhum dos dois? Um arrepio despontou na base de sua coluna e, prontamente, Lennox colocou-se de pé, caminhando até a mesa onde alguns curativos e bandagens encontravam-se espalhados. Manter-se distante a ajudaria a garantir que sua melancolia permaneceria imperceptível. “Já sabe o que vai fazer a respeito do seu pai? Eu posso te ajudar no que precisar.” Disse, voltando o olhar para os curativos que seriam usados logo em seguida, adiando o questionamento sobre seus antigos planos de vingança. Não estava declarando seu apoio ao Lobo Mau, apenas o desejo de descobrir a verdade e ajudar um amigo. A sangrenta cena presenciada na noite de homenagem ao Salvador limitava a quase zero a possibilidade de o homem ser inocente, mas muitos detalhes pareciam ter passado despercebidos pelos olhares aterrorizados que a acompanharam e que tornavam o caso muito mais complexo do que normalmente seria. Com os band-ais em mãos, voltou a caminhar até o outro. “Vou tentar descobrir o possível sobre a investigação ou qualquer atualização, e te passar tudo o que conseguir coletar.” Apenas omitiria os meios usados para obter tais informações. Não existia quase nada que os dispositivos de vigilância no andar subterrâneo da mansão dos Hood não pudessem encontrar, o que a levava a acreditar que seriam imprescindíveis na descoberta de algo útil para aquele caso. Mantendo a delicadeza de seus toques, lentamente começou a cobrir os cortes limpos, notando a angústia em seu peito aumentar a cada instante de proximidade com Tümay. Queria vê-lo bem e não tinha a menor ideia de onde começar para ajudá-lo. Era desesperador e danoso chegar a tal conclusão. A contatação trouxe lágrimas aos olhos, que foram imediatamente contidas. Inconscientemente tomando o rosto alheio em suas mãos quando acabou seus cuidados, fitou seus olhos. “Não sei o que quis dizer com vingança, mas eu te peço pra, por favor, tomar muito cuidado daqui pra frente.” Suplicou com ternura, deixando que sua preocupação transparecesse. Não era o suficiente para aliviar a dor que ele sentia, muito menos sua revolta, mas já não conseguiu mais guardar para si a própria consternação.  Repousou os lábios sobre a testa do rapaz, deixando na região um beijo carinhoso. Precisava saber que não estava sozinho. “Inclusive em Castigo.” A truculência demonstrada pelos guardas se tornaria ainda pior longe dos olhares dos arthurianos e todo o cuidado era pouco, onde quer que estivesse.
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lennoxhood · a month ago
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zunbilandia​
◜ ‹     ‘ obrigada.    agradeceu pela pelúcia, o morcego ocupando o espaço entre seus braços, o apertando firmemente contra o peito, um escudo que mantinha, ainda que de nada fosse adiantar. falar tão abertamente daquela maneira, sobre como se sentia ou como enxergava o laço que tinha com a hood, era como demonstrar fraqueza. diante de outrem, zunduri se despia do orgulho, do medo e mais do que isso, estava se expondo como quem era: um alguém repleto de receios, de medos e expectativas que haviam sido frustradas. no entanto, não estava esperando aquela reação da outra, esperava que ela esbravejasse, que a questionasse sobre o porquê de não ter sido sincera com ela em outro momento. zunduri suspirou, o peso sendo retirado dos ombros, mas ainda incerta se deveria respondê-la.     ‘    no sentido literal da palavra. descobrir que pareço demais com meu pai, que…estou pronta para fazer o que for para chegar onde quero.     ela assentiu, olhos fixos na ruiva, deixando as portas para sua alma em aberto, deixando claro que estava vulnerável e sendo sincera a todo momento, ainda que não precisasse, ainda que pudesse fugir.      ‘    meus poderes lennox…eles fazem de mim uma coi–, uma pessoa diferente. me tornam forte, mas também me tornam sedenta por mais. você jamais será capaz de compreender.     dera de ombros. pensamento agora era ainda mais claro: precisava continuar se afastando.      ‘    mas satisfeita? já teve sua resposta
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Com a profundidade que aquela conversa alcançava, Lennox inconscientemente deu um passo à frente para se aproximar de Zunduri, acreditando que talvez pudesse deixá-la mais confortável com um pouco mais de discrição, tendo em vista que ainda estavam em público. Compreendia o que ela dizia melhor do que podia imaginar, pois acontecimentos recentes vinham fazendo-a se sentir da mesma forma, como se estivesse pronta para fazer o necessário para conquistar seus objetivos. Tal pensamento a assustava imensamente, por isso não era difícil se identificar com o que a outra expressava. “Eu estar satisfeita não é a questão aqui. Mas, agradeço a honestidade.” Descobrir o motivo para o súbito distanciamento entre elas era exatamente o que buscava, mas como poderia sentir-se feliz sabendo que Facilier lidava com um dilema como aquele? “Eu sinto muito a falta da nossa amizade, mas acredito que as pessoas mudam com o tempo e podem acabar se afastando, não é mesmo? Parece ser o curso natural da vida quando avançamos para a fase adulta.” Identificando as intenções alheias em continuar se afastando, demonstrava-se complacente, apesar da tristeza que isso lhe causava. Não estava abrindo mão de uma possível reaproximação, apenas respeitando os desejos de outrem. “Eu só acho que… Se me permite dizer… Quando diz que se tornar uma pessoa ruim é considerado um fracasso, pode significar que talvez você não seja tão ruim quanto imagina. O mesmo vale para a sua tentativa de não cometer os mesmos erros que seu pai.” Era sua interpretação e opinião sincera. Os lábios se curvaram em um sorriso pesaroso, que esforçava-se para expressar o máximo de carinho e esperança que conseguia. “E eu sinto muito por qualquer tormento que seu poder possa estar te causando. Acho que minha ajuda vai ser dispensada, mas, de qualquer forma, estou aqui caso precise dela algum dia.”
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lennoxhood · a month ago
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bonecadocirco​
“Quer saber do meu futuro? Compre um ingresso pra próxima apresentação do circo. Não vai demorar muito.” Forçou um sorriso de lábios apertados, a mente dividida entre usar de sua habilidade ou simplesmente deixar Lennox falando sozinha. Se quisesse ser totalmente verdadeira consigo mesma, Polly admitiria que realmente achava injusto ter marcado tantos encontros e ter a deixando esperando todas as vezes. Entretanto, era melhor em esconder as coisas do que as expondo, e não existia a mínima chance de explicar a verdade sobre a a sua ausência à garota, tanto pelo perigo que falar qualquer coisa negativa sobre o circo representava, quanto o incômodo em ter que se justificar. Desperdiçava o tempo alheio, mas mesmo confessar que precisava do encontro como desculpa, algo que poderia parecer bobo e comum aos olhos da Hood, lhe fazia se sentir vulnerável. “Eles nos vigiam bastante, no circo. Geppetto é um pai preocupado.” Forçou um riso, mais uma vez amaciando a voz. Brincava com as palavras, tomando cuidado para não cair em uma mentira. “Não podemos fazer muita coisa além de ensaiar, e não tenho base pra estudar. Nem preciso, na verdade. Me apresentarei pro resto da vida.” Fez um gesto de mão como se minimizasse a fala, esperando que o verdadeiro significado de me apresentarei pro resto da vida passasse despercebido. “Como tiro notas baixas, precisaria das aulas extras, pra garantir que a Academia não vai atrapalhar as coisas do circo, ou teria que sair. Falto e passo o tempo… descansando. Explorando. Sinto muito, sei que é sacanagem com você. É por isso que achei melhor te falar agora. Não gosto de falar muito sobre como as coisas são lá, as pessoas são muito sensacionalistas em Arthurian.”
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As respostas dadas por Polly poderiam ser o bastante para justificar seu comportamento, ainda que não lhe devolvesse todo o tempo perdido com as esperas por sua chegada durante os encontros marcados, mas ainda notava algo de estranho na postura alheia, algum tipo de mágoa e insatisfação que ainda não fazia muito sentido no contexto da conversa. Tinha a opção de insistir um pouco mais até convencê-la a dar mais detalhes, mas também era perceptível a relutância da outra em compartilhar mais de sua história, então teria que ficar satisfeita com o que havia recebido. Respirou fundo, soltando um suspiro baixo enquanto permitia que seu corpo relaxasse um pouco. Sua frustração continuava presente, mas o desejo de esclarecer a situação se dissipara. “Tenho a impressão de que está escondendo algo de mim, mas não vou te obrigar a me contar algo contra a sua vontade.” Deu levemente e ombros, oferecendo um sorriso discreto de compreensão. O controle de Geppetto sobre as escolhas alheias ficara implícito, e infelizmente aquele era um problema que deveria ser resolvido entre os dois, por isso lhe restava apenas demonstrar apoio e esperar pelo melhor para a amiga. “Eu só… só espero que você esteja bem e feliz com suas escolhas? Nem sei se posso chamá-las assim, porque é possível que estejam sendo tomadas por outros, mas o desejo continua o mesmo. Espero que um dia consiga fazê-las por si, e estarei disposta a te ajudar no que for possível.”
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lennoxhood · a month ago
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elenorahood​
                  elenora não forçava a mínima simpatia não na presença da outra,  tanto por irmandade e sangue, não é mesmo? considerava mais as melhores amigas do que a irmã, e em sua maior parte do tempo sequer se referia a outra daquela forma. “eu sei lennox, eu não compro o seu teatrinho por um segundo sequer.” sorriu presunçosa não precisava dela ou de ninguém, então com toda a certeza não iria se permitir como de costume ter seus sentimentos minimizados e ignorados pela outra, ela havia começado aquela guerra naquele dia mas as raízes da picuinha entre as duas corria muito mais funda e nora estava cansada de se sentir como se fosse a única a perder então talvez sim ela pudesse estar um nível a baixo mas traria a outra consigo. “você nunca precisou falar nada, honey, está escrito em toda a sua cara, aí garota me erra vai atirar flecha e roubar, no fim das contas e tudo o que você sabe fazer, eu não me rebaixo, longe disso, estou fora de toda essa patifaria e sabe por que? pois eu não me importo, não com você ao menos, então de verdade me erra, a gente pode ter o mesmo sangue e isso é algo que eu nunca vou entender, mas claramente lennox, irmandade é algo que não existe entre nós, e por mais que sabemos que você vai me culpar por isso também, um não briga sozinho.” nora então gargalhou e bateu pequenas palminhas, a atenção de lennox não era tão preciosa quanto ela achava. “você acha que eu me importo com sua atenção? lennox eu passei dezenove anos procurando pelo rosto do robin na plateia de qualquer apresentação minha, acredite, essa seria a atenção que eu procuraria caso ainda me importasse, não a sua.” há algum tempo chamava o pai de robin, apenas para provar um ponto e  verdade saiu mais crua do que desejava mas bem, estava cansada de ser tirada como um monstro quando basicamente fora posta de lado toda sua vida pelo que? inabilidade de atirar ou de querer perder a outra parte de sua vida tentando agradar um homem que nunca havia feito o mínimo de esforço por ela, que eles todos se explodissem. “sim lennox, é tudo que eu preciso, afinal sabemos que no fim do dia os hood são leais e honrados até alguém ser um pouquinho diferente, não é mesmo? o meu pecado e o porquê vocês me odeiam tanto? a solidão não me assusta, a sua cegueira sim.”
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Por vezes Lennox chegava a questionar a sanidade da irmã, tamanho eram os absurdos que saiam de sua boca, que pouco ou nenhum sentido faziam. Sentia-se mal por pensar daquela forma, mas a cada discussão sem necessidade e objetivo que enfrentava com a mais nova, retornava àquele raciocínio. Durante o discurso de ofensas proferido por Elenora, permitiu que sua mente vagasse por outros assuntos, pois estava exausta de sempre escutar as mesmas ladainhas, cuja origem nunca conhecera. Qual era o sentido de ser odiada por querer ajudar as pessoas? Isso dizia muito mais sobre a outra, do que sobre si. Talvez a mesma adrenalina que sentia correr por suas veias durante os roubos, percorresse o sistema de outrem quando iniciava um confronto, levando-a a desenvolver certa dependência. Durante o espetáculo regado a sarcasmo e palminhas tendenciosas, alcançou o celular guardado no bolso de sua calça, teatralmente checando o horário para demonstrar seu desinteresse em continuar argumentando com quem não lhe dava ouvidos. Apesar disso, não deixou de escutar a confissão envolvendo seu pai, que explicava muito sobre o comportamento de sua irmã, apesar de não justificá-lo. Assim que percebeu a conclusão de suas asneiras, voltou a fita-la, apresentando uma expressão fria em seu rosto. Não daria a satisfação de vê-la irritada. "Elenora, eu não te suporto porque você não tem a capacidade de agir como uma pessoa decente e sequer dá uma chance para que tentemos resolver nossas diferenças através do diálogo. Talvez devesse começar a prestar um pouco mais de atenção em toda a merda que deixa vazar de sua boca e fazer um pouco de auto reflexão, porque qualquer problema que você tenha com o papai, deveria ser resolvido com ele. Canalizar suas frustrações em mim não vai te levar a nada." Contendo o timbre de sua voz, fazia suas observações, sem esperança alguma de que as sugestões fossem absorvidas ou colocadas em prática pela outra Hood. "Acabamos aqui?"
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lennoxhood · a month ago
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jakedarling​
 📌 [ DISTRACT ] + @lennoxhood​ 
Jacob sentiu-se um pouco mal ao chamar Lennox para uma visita. Geralmente ela sempre aparecia por lá, escutando-o tagarelar animado sobre alguma festa que aconteceu no Castigo, ou até mesmo pra rir das vezes que ele tentou cozinhar e tudo acabou errado… mas agora tudo que Jake podia oferecer era silêncio, incapaz de desabafar ou até de voltar a chorar. Por um lado, apreciava a companhia alheia, só que também não a culparia se Lennox escolhesse ir embora por não conseguir lidar com toda aquela lamúria vinda de Jacob. Ela não iria — ele sabia que a Hood era educada demais para não deixá-lo sozinho, mas o Darling ainda se sentia egoísta por sempre desejar a presença dela, mesmo que não fosse bom se aproximar, ou deixá-la vê-lo tão vulnerável. Estava sentado no sofá, observando-a mexer em uma caixa em cima da mesa de centro. Era bom não ter que estar na Academia, e via agora que fez a escolha certa em não ficar por lá depois que terminou o segundo módulo, mas, por Merlin, não lembrava-se de ter tantas coisas ao ponto de ainda ter caixas de mudança espalhadas por aí! Lennox voltou a sentar-se ao seu lado com algo na mão, e Jake quase riu do fato daquilo ser um celular antigo. Era um objeto que ele encontrou em uma viagem para o mundo sem magia naquele ano e achou que seria engraçado ter. Lennox parecia conhecer também, já que ela abriu um joguinho que vinha com o aparelho cujo objetivo era fazer uma cobra crescer. Isso o distraiu por alguns minutos, fazendo-o franzir o cenho em um momento. “Você não pode ser tão ruim nesse jogo.” Foi o que disse assim que ela perdeu pela décima vez em menos de cinco minutos. “O quão difícil é fazer a cobra comer pelo menos três maçãs?” Se é que aqueles pontinhos com pouca qualidade eram maçãs. 
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Receber o convite do rapaz para uma visita foi motivo de alívio para Lennox, que se preocupava com seu bem-estar e desejava demonstrar apoio ativamente, estando presente quando precisasse de um ombro amigo ou apenas a companhia de alguém que o distraísse por algumas horas. Diferente das outras vezes em que se encontraram na casa de Jake, o silêncio se fazia presente e constante, não que esse detalhe a incomodasse. Era natural que agissem com um pouco mais de introspecção durante o período de luto, por isso apenas respeitava o curso natural de suas conversas, que eram breves, mas agradáveis. Limitava-se a eventualmente direcionar seu olhar para outrem, apenas para se certificar de que estava tudo bem, atestando isso quando fitava seu semblante sereno. Procurando por algo que pudessem fazer para se entreterem, Hood alcançou uma caixa que jazia sobre a mesa de centro, bisbilhotando todos os presentes guardados ali, tendo seu interesse cativado por um antigo celular que apresentava um pouco de carga. Voltou-se a se sentar ao lado do outro, começando então uma partida do primeiro jogo que encontrou no menu, propositalmente direcionando a tela na direção alheia para que conseguisse acompanhar as partidas. Poucos foram os pontos que conseguiu acumular durante as mesmas, pois sequer conseguia enxergar seus objetivos corretamente. Por esse motivo, logo escutou os comentários de Darling, que arrancaram dela uma risada de quem concordava com a acusação de seu péssimo desempenho. Ainda que divertida, lançou ao rapaz um olhar contrariado. "A culpa não é minha, é dessa tela microscópica e desses botões minúsculos!" Exemplificou o que dizia, comparando-os com os dedos que usava para controlar a minhoquinha. Apesar de charmoso, o objeto não se mostrava muito prático ou funcional. "Sério, por acaso esse é um aparelho desenvolvido para formigas?" Brincou, voltando a rir e suavizar as linhas do rosto. "Agora que me criticou, é sua vez! Vai, me mostra que é melhor do que eu!" O desafiou, estendendo o celular em sua direção.
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